quarta-feira, 7 de maio de 2014

0507 C JÚNIO BRUTUS o regime republicano contra a tirania e injustiça dos reis

07 DE MAIO. Júnio Brutus: a subordinação da família à pátria na moralidade romana

JÚNIO BRUTUS
Lucius Junius Brutus
(morreu cerca do ano 509 antes da nossa era)
FIGURA HISTÓRICA E LENDÁRIA COMO UM DOS FUNDADORES DA REPÚBLICA EM ROMA

NOSSOS ANTEPASSADOS INESQUECÍVEIS
Maiores figuras humanas na antiguidade
que prepararam a civilização do futuro.
FELIZ
QUEM HONRA SEUS ANTEPASSADOS



A CIVILIZAÇÃO MILITAR
Guerra para a Paz, Cultura e Cooperação

Lucius Junius Brutus (cerca de 500 aC) fundador da República de Roma tem na sua crônica muito de lendário. Mas não há duvida de que ele foi importante no papel principal da expulsão do rei Tarquinius e sua família, cerca do ano 510 antes da nossa era.
Os primeiros romanos, livres da teocracia oriental por meio do predomínio dos guerreiros sobre os sacerdotes, se dividiam em duas classes, os patrícios e os plebeus. Os patrícios eram os sacerdotes e os guerreiros. Os plebeus eram os comuns, indivíduos não nobres e livres, que também eram chamados para a guerra. Os escravos eram os vencidos nas guerras, como ocorreu em toda antiguidade. É uma das características da natureza humana. O Rei governava sob algum controle de um senado composto por patrícios, os ricos. Uma assembléia formada pelo povo era em geral pouco ativa.
A guerra era a atividade mais importante, levando a reduzir os direitos que havia nas teocracias pelo nascimento e o direito divino dos Reis, resultando numa nova tendência da escolha dos chefes pela competência e pela eleição.
A primeira ação foi colocar no lugar do Rei um governo dirigido pelos nobres, pelos patrícios, numa oligarquia, o governo de poucos e fortes. Mais tarde, os romanos conseguiram realizar, pela primeira vez, o governo com a escolha dos mais competentes, no Império Romano, onde a sucessão não se fazia por hereditariedade, mas era feito pelo mérito pessoal.
Na época de Brutus reinava Lucius Tarquínius Superbus, acusado de odioso governo injusto e tirânico. Brutus, um patrício, promoveu o afastamento do Rei, formando a republica de Roma. Brutus foi eleito Cônsul.
Descobriu Brutus que seus filhos fizeram uma conspiração para restaurar o Rei deposto. Ele os condenou à morte, e presenciou a execução de seus filhos.
Essa famosa legenda mostra o conflito entre as duas principais obrigações da moralidade romana, o dever para com a família e o dever para com a pátria. Ficou bem afirmada a subordinação da família em relação com o dever para com a pátria. Apesar da enorme angustia de um pai nessa dolorosa decisão
A instituição da republica em Roma foi uma primeira fase na solução do problema da transmissão ou sucessão do poder político e da riqueza, problema ainda não completamente resolvido em nossos dias.
Brutus, portanto, representa o esforço feito na sociedade, desde a antiguidade, para tornar a troca de governo mais justa e adequada para o bem do povo, para o bem do trabalhador. E também para a transmissão da riqueza entre os sucessores, seja entre parentes seja com estranhos.
Representa sua figura, portanto, um antepassado a ser lembrado, com seus companheiros, como parte de nossos avós que contribuíram para formar essa grande família humana, que, dia a dia, sempre melhora. Dessa família histórica humana é que viemos e a ela devemos conhecer, amar e servir para sermos felizes.
Essa é a regra de ouro da fraternidade, do sentimento de associação, que tem o nome de ALTRUÍSMO. No altruísmo está o nosso dever, a nossa felicidade, a nossa saúde mental e física.

AMANHÃ: Camilo herói romano.


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