terça-feira, 24 de maio de 2016

0525 B SANTA MÔNICA com sua paz e doçura fez de seu filho grande filósofo

25 DE MAIO. Sta MÔNICA: seus esforços venceram os vícios egoístas do genial filho

SANTA MÔNICA
Sainte Monique, Monica, Saint
(nasceu no ano 332 da nossa era, morreu em 387)

PIEDOSA MÃE DE SANTO AGOSTINHO GRANDE FILÓSOFO CATÓLICO

A regeneração moral com a compressão do egoísmo anti-social

O Catolicismo teve uma ação importante na evolução social da Idade Média: a regeneração moral dos povos, com a educação dos sentimentos e costumes. Esse resultado foi obtido estimulando o altruísmo, que é o sentimento gregário, de associação, e comprimindo os instintos egoístas, os sentimentos de proveito pessoal. Assim os violentos guerreiros se tornaram Cavaleiros para a proteção da mulher, dos pobres, dos fracos e doentes; ao culto da sua dama e da Mãe de Deus
Verifica-se e fica bem claro na história o papel das doutrinas religiosas no ensino e consagração para a proteção, manutenção e aperfeiçoamento da sociedade humana em nome de um sagrado ser superior divino. As doutrinas anti-sociais perturbam e mesmo levam à morte da própria congregação religiosa. Essa é a razão do supremo poder de vida ou de morte da associação humana, suave e sutilmente exercido desde os mais remotos milênios da evolução da espécie. Os sábios sacerdotes de todas, de todas as religiões sentiram a força dessa lei sociológica básica. Regra que obrigou e obriga a todos a eternamente proteger e servir ao grande organismo social humano em nome de seus adorados e poderosos deuses.
A primeira semana tem seu tipo principal em Santo Agostinho como chefe de semana, no domingo que a encerra. O tipo feminino é Santa Mônica, mãe de Agostinho.

Ver em  0520 01 B  O QUADRO DO MÊS DE S PAULO O CATOLICISMO com todos os grandes tipos humanos do mês.


A mãe de Santo Agostinho representa a piedosa fé da mulher de família, que, junto ao sacerdócio católico desde sua origem, prestou um apoio decisivo à causa do catolicismo.
A igreja universal de São Paulo é que veremos, nos séculos seguintes, transformar os ferozes guerreiros antigos em civilizados cavalheiros. Em conjunto com o Feudalismo, foi realizada a extinção da escravidão branca, e libertada toda a gente comum, aqueles como nós, sem privilégio de nobreza ou de religião. A Idade Média foi a matriz das maravilhas da modernidade, que não poderia ser moldada numa era de obscurantismo. Ao completar sua formação, a era medieval libertou os trabalhadores e criou a modernidade de ciência, de filosofia, da moderna tecnologia, do comércio e da indústria.
Mônica nasceu em piedosa família católica perto de Cartago, sendo educada em severa disciplina em sua infância. Casou-se com Patrício, um pequeno comerciante de Tagaste, na Numidia, hoje Souk Ahras, na Algéria. No ano 354, com 22 anos, tornou-se mãe de Agostinho e teve dois outros filhos. A família era latina, mas Patrício era politeísta, de bons modos, tinha boa personalidade, mas irascível e libertino. Mônica manteve a paz no lar com sua doçura e conseguiu converter ao cristianismo Patrício e toda a família. Ele morreu no ano de 371, quando ela estava com 39 anos.
A vida e seu caráter estão mostrados nas CONFISSÕES de Santo Agostinho. Ficando viúva, Mônica se consagrou aos filhos e às praticas religiosas, tendo passado a Agostinho uma simpatia profunda pela religião. Ele estudou Retórica, a arte de falar bem, e sua mãe se esforçou, com uma santa ternura, para que Agostinho se mantivesse fiel e puro.
Mas Mônica sofreu cruelmente ao ver seu filho juntar-se a uma amante e tornar-se um adepto do maniqueísmo, a heresia que reduz tudo à luta entre o bem e o mal, entre a luz e a escuridão. Ela chorou e rezou muito, e, numa das visões que teve, Deus lhe anunciou que “ficasse calma e confiante, e que, onde ela estivesse, seu filho estaria também”. Agostinho sempre amou o estudo. Aos vinte anos, ao ler HORTENSIUS, escrito por Cícero, foi levado a fazer a reflexão sobre sua vida. Com 22 anos tornou-se professor de Retórica, primeiro em Tagaste, depois em Cartago.
Contra a vontade de Mônica, Agostinho foi, em 383, a Roma e depois a Milão. Ela corajosamente, então com 51 anos, seguiu o filho, e, em Milão, tornou-se grande admiradora e seguidora de Ambrósio. Agostinho, então, tinha abandonado a heresia maniqueísta, ficando amigo de Ambrósio e ouvinte dos seus sermões. Logo foi recebido membro na sua igreja, conseguindo vencer as dificuldades morais e intelectuais que sentia, passando a participar do espírito do Apóstolo Paulo de Tarso.
Mônica teve seus demorados esforços coroados de sucesso ao ver seu filho batizado em Milão, em 387, quando ela já tinha 55 anos de idade. Nessa importante ocasião para o futuro do catolicismo, de acordo com a tradição da Idade Média, foi composto o hino “Te Deum laudamos”. Quando Agostinho recebeu a água do batismo, diz a tradição que recitou os versos do hino, junto com Ambrosio, como se o Espírito Santo, por graça particular, lhes houvessem inspirado. Sua santa mãe participou, também profundamente, da exaltação espiritual de seu filho nessa época. Para retornar para Cartago, eles foram a Ostia, nesse mesmo ano. Ali, Mônica teve febre alta e morreu antes de partir.
A gentil figura de Santa Mônica, protetora de seu majestoso filho, recebeu, por toda Idade Média, as honras que muito mereceu.

AMANHÃ: Santo Agostinho filósofo da nova religião.



Agostinho sempre amou o estudo.
tornou-se professor de Retórica
conseguindo vencer as dificuldades morais e intelectuais que sentia, passando a participar do espírito do Apóstolo Paulo de Tarso.
A gentil figura de Santa Mônica, protetora de seu majestoso filho, recebeu, por toda Idade Média, as honras que muito mereceu.

0524 B  S AMBRÓSIO  temer a Deus sem temer de dizer a verdade aos reis




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que prepararam a civilização do futuro.

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0524 B S AMBRÓSIO temer a Deus sem temer de dizer a verdade aos reis

24 DE MAIO. Santo Ambrósio: mestre da cultura cristã e da autoridade moral sacerdotal

SANTO AMBRÓSIO
Ambrosius, Ambrose Saint, Ambroise Saint,
(nasceu no ano 339 da nossa era, em Trier, Bélgica; morreu no ano 397, em Milão, Itália)

BISPO DE MILÃO GRANDE DOUTOR DA IGREJA CATÓLICA

A regeneração moral com a compressão do egoísmo anti-social

O Catolicismo teve uma ação importante na evolução social da Idade Média: a regeneração moral dos povos, com a educação dos sentimentos e costumes. Esse resultado foi obtido estimulando o altruísmo, que é o sentimento gregário, de associação, e comprimindo os instintos egoístas, os sentimentos de proveito pessoal. Assim os violentos guerreiros se tornaram Cavaleiros para a proteção da mulher, dos pobres, dos fracos e doentes; ao culto da sua dama e da Mãe de Deus
Verifica-se e fica bem claro na história o papel das doutrinas religiosas no ensino e consagração para a proteção, manutenção e aperfeiçoamento da sociedade humana em nome de um sagrado ser superior divino. As doutrinas anti-sociais perturbam e mesmo levam à morte da própria congregação religiosa. Essa é a razão do supremo poder de vida ou de morte da associação humana, suave e sutilmente exercido desde os mais remotos milênios da evolução da espécie. Os sábios sacerdotes de todas, de todas as religiões sentiram a força dessa lei sociológica básica. Regra que obrigou e obriga a todos a eternamente proteger e servir ao grande organismo social humano em nome de seus adorados e poderosos deuses.
O Calendário Filosófico indica nas suas semanas quatro fases do Catolicismo: na primeira semana os quatro primeiros séculos com seus principais padres fundadores; na segunda semana a instituição política do papado, com Hildebrando, o papa Gregório VII; na terceira os fundadores da vida nos monastérios; na última semana o controle e estímulo da vida moral da população e o surgimento do protestantismo.
A primeira semana tem seu tipo principal em Santo Agostinho como chefe de semana, no domingo que a encerra. O tipo feminino é Santa Mônica, mãe de Agostinho.

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Ambrosio nasceu em Trier, Bélgica e foi educado em Roma. Era o segundo filho do Vice-Rey da Gália, a França atual. Seu pai morreu cedo, sua mãe e sua irmã foram para Roma com ele. Estudou advocacia, sendo indicado governador de Aemilia e Ligúria, com sede em Milão. Com 35 anos foi aclamado como Bispo pelo povo de Milão. Tornou-se um hábil condutor da cultura e da política em sua época.
Ambrosio reuniu uma extensa cultura com sua simpatia pessoal, usando energia em ações políticas corajosas. Enfrentou imperadores e adversários com intervenções diretas, mas com os grandes recursos de diplomacia mostrava sua lealdade ao Império Romano e ao bem publico. Agia como um competente estadista, e estabeleceu a idéia do governo do rei cristão como um operoso filho da Igreja Católica. O imperador deveria prestar serviço embaixo das ordens de Cristo, de acordo com o conselho e recomendação do seu Bispo.
O modelo de governo medieval mostrou a liberdade de ação da orientação consultiva dos sacerdotes, em harmonia com a disciplina do governo material do imperador. Pela primeira vez na historia ocorreu a liberdade de opinião em que os conselhos dos intelectuais pobres, sem armas nem violência, orientavam o governo político dos reis. Foi a realização da separação libertadora, com harmonia entre o âmbito da consciência, da opinião, com o governo da ação política. Em outras palavras, a força do político não impunha sua opinião, e o intelectual tinha toda a liberdade para aconselhamento. Fato que nunca acontecido ao longo da evolução da sociedade humana. É a separação entre o governo das opiniões e o governo político coercitivo. É a separação entre o poder espiritual e o poder temporal.
Santo Agostinho foi convertido e batizado por Ambrosio, que foi seu professor. Nas CONFISSÕES de Agostinho é mostrado como agia Ambrosio quando bispo, com muita energia, mas sempre com simpatia e ternura. Ele foi, na verdade, uma das vigas mestras da elaboração da cultura cristã e da autoridade espiritual dos seus sacerdotes. O conhecimento da literatura e das leis foi aplicado, com larga imaginação mística, para a sua tarefa de organizar e construir a Igreja Católica em seus primeiros anos.
Ambrosio condenava a perseguição aos que erravam, mas, por sua vez, também perseguiu as heresias do tempo. Foi um ardente defensor do celibato, da vida em isolamento ascético e das instituições monásticas. Chegou mesmo a ter um monastério fora de Milão,
       “repleto de bons irmãos”.
Os príncipes temporais prestavam honras a Ambrosio, e em varias ocasiões importantes o empregavam como seu embaixador. Era considerado o grande sacerdote, “O GRANDE PADRE” (Ecce sacerdos magnus). Uma das razões dessa confiança seria por Ambrosio   “temer a Deus, sem jamais temer de dizer a verdade aos reis”, como disse sua biografia na época.
As relações de Ambrosio com o grande Imperador Teodósio ficaram famosas. Ao poderoso senhor ele sugeriu uma legislação enérgica contra a heresia ariana e contra o culto pagão antigo, ao mesmo tempo em que o censurava corajosamente por seus atos condenáveis. Mesmo assim, Teodósio dizia que “NÃO EXISTE UM BISPO COMO AMBRÓSIO”.
Durante toda a Idade Média ficou na memória do sacerdócio católico o quadro com a imagem de coragem do Bispo Ambrosio proibindo a entrada do Imperador Teodósio na Catedral, por ter se mostrado cruel. Mostra ainda a pintura a vista do Imperador arrependido submetido à penitência imposta pelo Bispo.
A capacidade política de Ambrosio se devia à sua base cultural, tendo estudado o saber dos gregos, tanto cristãos como pagãos, como Philon, Orígenes e Plotino. Os seus sermões ficaram conhecidos por sua erudição e por sua beleza. É atribuída a Ambrósio a introdução de hinos religiosos no ritual católico, com grande admiração dos seus seguidores.


AMANHÃ: Santa Mônica piedosa mãe de S. Agostinho.




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quinta-feira, 19 de maio de 2016

0523 B S JERÔNIMO a unidade pela doutrina única e um só chefe o Papa

23 DE MAIO. Jerônimo: intenso estudo teológico do hebraico, do grego e do latim

SÃO JERÔNIMO
          Eusebius Hieronymus, Jerome Saint, pseudônimo Sophronius

TEÓLOGO MAIS CULTO DOS PADRES LATINOS TRADUTOR DA VULGATA

A regeneração moral com a compressão do egoísmo anti-social

O Catolicismo teve uma ação importante na evolução social da Idade Média: a regeneração moral dos povos, com a educação dos sentimentos e costumes. Esse resultado foi obtido estimulando o altruísmo, que é o sentimento gregário, de associação, e comprimindo os instintos egoístas, os sentimentos de proveito pessoal. Assim os violentos guerreiros se tornaram Cavaleiros para a proteção da mulher, dos pobres, dos fracos e doentes; ao culto da sua dama e da Mãe de Deus
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O Calendário Filosófico indica nas suas semanas quatro fases do Catolicismo: na primeira semana os quatro primeiros séculos com seus principais padres fundadores; na segunda semana a instituição política do papado, com Hildebrando, o papa Gregório VII; na terceira os fundadores da vida nos monastérios; na última semana o controle e estímulo da vida moral da população e o surgimento do protestantismo.
A primeira semana tem seu tipo principal em Santo Agostinho como chefe de semana, no domingo que a encerra. O tipo feminino é Santa Mônica, mãe de Agostinho.

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O conhecimento correto das religiões, dos deuses do passado e do presente bem como o julgamento dos regimes políticos exige perfeita imparcialidade. Somente com pensamento laico, cético ou secular pode o estudioso fazer o estudo da sociedade ou da política, ou seja, uma imparcial sociologia científica de previsão. O que é diferente de uma sociologia apenas descritiva. É uma condição necessária qualificar as religiões do passado e do presente por meio do ceticismo moderno. Caso contrário, o estudo sofrerá o viés da parcialidade, será uma apreciação prejudicada pelo vício no julgamento parcial.
Jerônimo nasceu de família cristã abastada, no que é hoje a Eslovênia. Foi educado inicialmente no lar, e depois, aos 12 anos foi estudar em Roma.
Nos primeiros séculos da igreja católica ocorreram muitos conflitos na interpretação dos ensinamentos dos primeiros cristãos. Era necessário criar a unidade dos fiéis em torno de uma doutrina única. Muitas variações de interpretação tinham que ser estudadas para formar um conjunto uniforme de normas religiosas.
Muitos dos mais importantes tipos de colaboradores se dedicaram a pesquisar e divulgar o conhecimento antigo dos gregos e dos romanos, em combinação com as tradições dos primeiros cristãos, recebidas por comunicação oral.
Longos anos da vida de Jerônimo foram de intensa procura de conhecimento nos textos escritos em hebraico, em grego e em latim. Muita dedicação teve que dar ao estudo dessas línguas, quase sempre só com esforço próprio. E tornou-se o mais culto entre seus companheiros na formação da igreja da Idade Média.
Escreveu Jerônimo numerosos textos, traduções e interpretações religiosas. Em especial traduziu a Bíblia para a língua latina, conhecida pelo nome de VULGATA.  Sua influencia foi muito grande na Idade Média, tornando-se um vulto de valor na instituição da unidade, na grandeza e no poder de união espiritual da fé católica medieval.
A importância do catolicismo como organização religiosa foi criar na Europa do oeste, no ocidente mais adiantado, uma cultura bem distribuída entre as nações da região. Na época, a proteção do território do império romano tornou a guerra uma atividade de defesa local dos pequenos territórios regionais. Era o feudalismo, em que o poder político ficou na mão do rico senhor do local, mas a mente de cada pessoa ficou ligada a uma doutrina geral, orientada sem violência nem opressão pelos sacerdotes membros da religião católica romana. A religião criou um sistema de ensino uniforme, sob o comando de um só chefe religioso, o Papa. A união dos povos era feita por haver a mesma opinião, a mesma crença, sem a violência das armas e da guerra.
A Idade Média então transformou o antigo império romano num conjunto de nações educadas em normas de elevação moral, e que, depois de organizado, em sua fase de apogeu, incentivou as artes, as ciências e a indústria. Os primeiros cientistas eram frades e padres cristãos. Só no fim da era medieval o teatro e as outras artes, a ciência e a indústria se tornaram seculares, saindo então dos prédios e da orientação das igrejas e dos mosteiros.
Devemos ter bem em mente que o desenvolvimento, a cultura dos tempos modernos, não poderia ser o resultado de uma época de retrocesso e de obscurantismo. O brilho da modernidade foi preparado pela diversificada educação religiosa da população na Idade Média. Portanto, temos uma grande dívida de gratidão para com os nossos antepassados que prepararam a sociedade moderna.


AMANHÃ: Santo Ambrósio base cultural e capacidade política.




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0522 B S ATANÁSIO a importância da divindade de Cristo e da Santíssima Trindade




22 DE MAIO. Santo Atanásio: o poder sem armas do sagrado valor divino da religião

SANTO ATANÁSIO
Saint Athanase – Athanasius, Saint
(nasceu cerca do ano 296 da nossa era, em Alexandria; morreu em 373, em Alexandria, Egito)

TEÓLOGO DA ORTODOXIA CATÓLICA LÍDER NACIONAL DO EGITO


A regeneração moral com a compressão do egoísmo anti-social

O Catolicismo teve uma ação importante na evolução social da Idade Média: a regeneração moral dos povos, com a educação dos sentimentos e costumes. Esse resultado foi obtido estimulando o altruísmo, que é o sentimento gregário, de associação, e comprimindo os instintos egoístas, os sentimentos de proveito pessoal. Assim os violentos guerreiros se tornaram Cavaleiros para a proteção da mulher, dos pobres, dos fracos e doentes; ao culto da sua dama e da Mãe de Deus
Verifica-se e fica bem claro na história o papel das doutrinas religiosas no ensino e consagração para a proteção, manutenção e aperfeiçoamento da sociedade humana em nome do sagrado ser superior divino. As doutrinas anti-sociais perturbam e mesmo levam à morte da própria congregação religiosa. Essa é a razão do supremo poder de vida ou de morte da associação humana, suave e sutilmente exercido desde os mais remotos milênios da evolução da espécie. Os sábios sacerdotes de todas, de todas as religiões sentiram a força dessa lei sociológica básica. Regra que obrigou e obriga a todos a eternamente proteger e servir ao grande organismo social humano em nome de seus adorados e poderosos deuses.
Os documentos históricos provam que quem criou a doutrina de salvação da própria nação e de todos os povos foi o filósofo e apóstolo judeu Paulo de Tarso. Fazendo parte da elite intelectual judaica de Jerusalém, era conhecedor da lei de Moisés e conhecedor da cultura grega.
O Calendário Filosófico indica nas suas semanas quatro fases do Catolicismo: na primeira semana os quatro primeiros séculos com seus principais padres fundadores; na segunda semana a instituição política do papado, com Hildebrando, o papa Gregório VII; na terceira os fundadores da vida nos monastérios; na última semana o controle e estímulo da vida moral da população e o surgimento do protestantismo.
A primeira semana tem seu tipo principal em Santo Agostinho como chefe de semana, no domingo que a encerra. O tipo feminino é Santa Mônica, mãe de Agostinho.

Ver em  0520 01 B  O QUADRO DO MÊS DE S PAULO O CATOLICISMO com todos os grandes tipos humanos do mês.


O sociólogo deve estudar os importantes deuses e grandes religiões do passado e do presente usando uma nova metodologia específica. Não pode negar os deuses, numa atitude de ateísmo. Os deuses estavam e ainda estão orientando o pensamento e a atividade de muitas populações.
Mas somente com o pensamento científico pode elaborar uma teoria sociológica comprovada das religiões. É uma condição necessária para avaliar as crenças do passado e do presente. Deve empregar a dúvida permanente e necessária recomendada por Descartes. Não pode aceitar sem análise a opinião da tradição e dos livros novos ou antigos por mais sagrados e respeitáveis que sejam.
Na evolução cultural da sociedade, nos séculos que se seguiram à conquista pelos romanos do grande império na Europa, vamos encontrar um continente pacificado e homogêneo. Com o fim da conquista o império se decompôs ao mesmo tempo em que ocorreu o apostolado de Paulo de Tarso com formação do cristianismo universal. A nova religião se estendeu a todo continente europeu latinizado. Durante a Idade Média a igreja católica foi o modelo de organização para a fé religiosa, de ensino e de cultura.
Atanásio nasceu no Egito, na cidade de Alexandria. Foi um renomado conhecedor da doutrina cristã, um estadista na direção da Igreja, defendendo a doutrina contra graves erros da heresia de Arius (c.250-336), o arianismo. Arius afirmava que o Filho de Deus não era Deus, igual ao Deus-Pai. A heresia do arianismo teve muitos adeptos na época.
Nascido na cidade de Alexandria, no Egito, recebeu a educação clássica e depois foi para a famosa escola de teologia de sua cidade. Muito jovem foi ordenado diácono, servindo como secretário do bispo de Alexandria.
Teve Atanásio uma posição importante na disputa teológica que levou ao Concilio de Nicéia no ano de 325. Por toda vida opôs-se ao arianismo, que negava a divindade plena de Cristo. Defendeu, portanto a doutrina da Trindade, com Cristo filho de Deus, e também substancia de Deus.
A doutrina da divindade de Cristo se mostrou importante para o governo do Catolicismo, com os seus padres passando a falar em nome da divindade, e não apenas interpretes de um profeta puramente humano. O valor dos divinos conselhos dos religiosos sem armas dominou o poder absoluto das armas e dos reis na Idade Média.
O poder de opinião, com liberdade em relação ao poder material dos poderosos, ocorreu pela primeira vez na historia, na Europa, no consenso religioso da Idade Média. O que foi a realização da regra católica:
    “A Deus o que é de Deus, a Cezar o que é de César”.
A liberdade moderna, de nossos dias, só se realizou com essa liberdade de opinião, quando o poder político com a força das armas não domina a difusão das idéias, a troca de informação. A liberdade democrática é a norma mais importante na política moderna. O totalitarismo é uma tendência comum na mente dos poderosos e mesmo dos subordinados.
Embora Atanásio fosse da Igreja Copta, a Igreja cristã do Egito, ele dirigiu, em seu tempo, a organização da unidade do governo da Igreja de Roma, que ele colocou como a sede suprema dos bispos católicos em todo mundo.
Por toda sua longa vida, foi um herói, um enérgico defensor da causa católica em luta contra o paganismo dos deuses antigos e em especial contra o arianismo, uma forte heresia contrária à divindade de Cristo. Sofreu o afastamento por vários concílios do Oriente e do Ocidente e foi cassado de seu cargo por imperadores como Constantino, por Juliano, por Valens. Viveu por 20 anos inteiros no exílio ou em fuga.
Mas morreu em paz, no ano de 373, em Alexandria. Seu corpo foi levado a Constantinopla, e mais tarde, no século 15, para Veneza.
A visão do passado da sociedade nos ensina o quanto nós progredimos, pouco a pouco, com avanços e retrocessos, no meio de grandes dificuldades. Notamos a dúvida e o sofrimento de nossos antepassados, que aprenderam com o erro e o acerto, por vezes nas tentativas mais desastrosas, até com a dor e a morte.
Mas verificamos que nessa trajetória irregular ocorreu a evolução para uma sociedade maior e mais unida. O homem se torna cada vez mais gregário, mais associativo, mais altruísta.

AMANHÃ: Jerônimo o mais culto entre os padres da Igreja Católica.




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0521 B S CIPRIANO estabelecimento na ordem hierárquica católica

21 DE MAIO. São Cipriano teólogo e estadista no governo da nova igreja católica

SÃO CIPRIANO
Saint Cyprien; Cyprian, Saint; Thascius Coecilius Cyprianus
(nasceu no ano 200 da nossa era, em Cartago; morreu em 258, em Cartago)

TEÓLOGO PRIMEIRO BISPO-DA ÁFRICA ORDENADOR DA IGREJA CATÓLICA

A regeneração moral com a compressão do egoísmo anti-social

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A primeira semana tem seu tipo principal em Santo Agostinho como chefe de semana, no domingo que a encerra. O tipo feminino é Santa Mônica, mãe de Agostinho.

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Cipriano era um homem rico, professor de retórica em Cartago. Já na maturidade, foi convertido ao Catolicismo por um padre idoso, chamado Coecilius. Logo foi eleito bispo de Cartago no ano 248, com cerca de 50 anos de idade. Destacou-se entre os organizadores da Igreja Católica, como um estadista da ordenação da hierarquia, da escala de comando da nova religião. Era a fé de São Paulo que passaria a educar e orientar a civilização na evolução social que se seguiu à unificação e pacificação da Europa pelos romanos.
Só conheceremos um assunto se conhecermos sua história. Aristóteles mostrou essa verdade ao estudar as constituições então conhecidas, para pesquisar sobre a política. É de grande interesse estudar como se realizou a grande caminhada da nossa sociedade através dos séculos e dos milênios.
É impossível nos impedir de perguntar qual foi o nosso inicio como humanos, de onde viemos, para onde vamos. A história registra, com sua documentação, os acontecimentos de eras anteriores. É, assim, uma base para nossa observação, que nos pode ajudar a perceber em que direção nós estamos seguindo na jornada continua de nossa sociedade. E notamos o imperceptível poder de orientação e controle feito pelo agrupamento social em que vivemos. A sociedade humana é a nova REFERÊNCIA na modernidade, essa é a nova Lei do humanismo em vigor em nossos dias. A Lei antiga era a Lei dos poderosos deuses. Verifique na história, por meio dos documentos.
O poder da sociedade é que forma o que nós somos, ao sermos educados desde a infância. Assim, não chegamos a reconhecer essa força. E o estudo desse poder da associação só começou a ser feito na modernidade. O estudo é feito pelas ciências sociais. É feita como teoria pura, abstrata, pela Sociologia no estudo das leis dos fenômenos sociais. Ou é feito como conhecimento concreto em varias especialidades das ciências sociais aplicadas.
Saber como se deu a evolução de nossa sociedade nos permite ter uma informação importante, que é conhecer onde nós estamos hoje, em nossos dias, nessa escalada de progresso que não para. E muito importante ainda é saber o que podemos esperar do futuro.
Os tempos em que o ilustre Cipriano viveu ainda eram épocas de violenta guerra e opressão. Estávamos na passagem do politeísmo de Roma, com seus deuses, para chegar ao monoteísmo do deus único do Catolicismo pregado por Paulo de Tarso.
Na passagem de uma fé para outra, houve violência de parte a parte. Quando os romanos ainda estavam no poder, houve perseguição cruel aos cristãos. Mais tarde, quando os cristãos subiram ao poder político, houve morte e crueldade contra os que ainda adoravam os deuses de Roma.
A carreira religiosa de Cipriano durou apenas dez ou doze anos, mas foi muito competente. Ele mostrou-se muito piedoso, visitando os doentes e lhes dando socorro durante uma terrível peste que ocorreu em Cartago.
Cipriano se distinguiu como estadista dentro do governo da Igreja. Seguiu a orientação de Tertuliano (cerca de 160-220 da nossa era), a quem sempre chamou de seu mestre, tendo Santo Agostinho, por sua vez, recebido a influência de Cipriano.
A conduta de Cipriano nas numerosas controvérsias da época foi feita com doçura e comedimento para com as dúvidas e enganos dos cristãos e dos pagãos de seu tempo. Mas mostrou-se enérgico na administração de sua diocese e na condução da igreja de Cartago.
Cipriano escreveu um tratado célebre, A UNIDADE DA IGREJA, em que prega a autoridade dos bispos, como base da união dentro do grupo religioso. Afirmava que
   “Deus não é o pai daquele que não tenha a Igreja como mãe”.
Sofreu a perseguição religiosa do poder romano. No ano de 250 fugiu de Cartago por um ano e meio.
Em outra perseguição, feita pelo imperador Valeriano, Cipriano se exilou novamente. Ao voltar, recebeu ordem de oferecer sacrifício às divindades pagãs romanas. Ao se recusar, foi executado por decapitação em público. Cipriano ficou, então, famoso como mártir da Igreja.
As relíquias de Cipriano, reclamadas ao Sultão por Carlos Magno foram levadas para a França e colocadas mais tarde na abadia de Compiègne.

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0520 B QUADRO DO MÊS DE S PAULO-O CATOLICISMO PARA TODA HUMANIDADE

MAIO 21 Calendário Filosófico REGENERAÇÃO MORAL PELA COMPRESSÃO DO EGOÍSMO
A grande contribuição do Catolicismo para o progresso da sociedade humana
Com Paulo de Tarso e Lucas
O Catolicismo
no progresso da sociedade humana
A Idade Média faz a transição entre a civilização da Grécia e Roma para os tempos modernos. A modernidade é contada a partir dos anos 1300 com a queda do papado. A mudança foi feita com a passagem do politeísmo romano para o monoteísmo católico.
Verifica-se que o Catolicismo teve uma função importante nessa etapa da evolução sócia com a regeneração moral dos povos pela educação dos sentimentos. Esse resultado foi obtido estimulando o altruísmo, que é o sentimento de associação e comprimindo os instintos egoístas, os sentimentos de proveito pessoal.
A dedicação dos gregos à filosofia e à ciência e dos romanos à política enfraqueceram o politeísmo, religião oficial, resultando no relaxamento dos costumes. Pitágoras, os estóicos e Epicuro tentaram a reorganização da vida e dos costumes. Essa era a necessidade de regeneração moral sentida pelos gregos e pela elite de Roma. Note-se que os filósofos gregos como Platão e Aristóteles já tinham adotado o monoteísmo.
O povo judeu aspirava então à libertação do domínio sucessivo que sofreu ao ser submetido aos assírios, aos gregos e aos romanos. Afinal, um libertador divino era ardentemente esperado. O Cristianismo é que viria atender à necessidade de regeneração moral dos romanos e à aspiração de um redentor da nação dos judeus. E quem criou a doutrina de salvação foi o filósofo e apóstolo Paulo de Tarso. Fazendo parte da elite intelectual judaica de Jerusalém, era conhecedor da lei de Moisés e conhecedor da cultura grega. Paulo foi tomado pela crença no profeta da doutrina de Cristo para elaborar uma nova religião destinada a todos, a judeus e aos gentios, os não judeus.
Verifica-se e fica bem claro na história o importante papel de todas as doutrinas religiosas no ensino e consagração para a proteção, manutenção e aperfeiçoamento dasociedade humana em nome do sagrado ser superior divino.
As doutrinas anti-sociais perturbam e mesmo levam à morte sua população e a própria congregação religiosa. Essa é a razão do supremo poder de vida ou de morte que a associação, isto é, a humanidade, tem permanentemente feito desde os mais remotos milênios da evolução da espécie. Os sábios sacerdotes de todas, de todas as religiões tiveram a sensação da força dessa realidade sociológica básica. Regra que obrigou e obriga toda doutrina eternamente a proteger e servir à humanidade, o grande organismo social humano.

O Calendário indica nas suas semanas quatro fases do Catolicismo: os quatro primeiros séculos com seus principais padres fundadores; na segunda semana a instituição política do papado, com o papa Gregório VII; na terceira os fundadores da vida nos monastérios; na última semana com seu controle e estímulo da vida moral da população e com o surgimento do protestantismo.

CALENDÁRIO HISTÓRICO FILOSÓFICO
 PARA UM ANO QUALQUER OU
QUADRO CONCRETO DA PREPARAÇÃO HUMANA

LUNEDIA=segnda-feira; MARTEDIA=terça; MERCURIDIA=quarta;
JOVEDIA=quinta; VENERDIA=sexta-feira.
Os nomes à esquerda são para o ano  C comum; à direita, anos B bissextos.
As datas da última coluna à direita é data gregoriana ano comum.


Todos os meses são iguais, de 28 dias e todos começam numa segunda-feira, terminando num domingo.


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A SEGUIR A BIOGRAFIA MUITO RESUMIDA DE PAULO DE TARSO
PARA A VERSÃO MAIS DESENVOLVIDA VER 0521 02 C
 no BLOG DO CALENDARIO, FAZENDO A BUSCA
NO GOOGLE PELO NOME:
CALENDARIO FILOSÓFICO


SÃO PAULO  a regeneração moral pela compressão dos vícios do egoísmo
Paulo de Tarso:  a criação da doutrina universal para toda a humanidade
SÃO PAULO
APÓSTOLO FORMULADOR DO CATOLICISMO
Saul de Tarso, Paulo de Tarso
(nasceu no ano 10 da nossa era em Tarsus, na Cilícia, Ásia Menor, hoje Turquia; morreu cerca do ano 64, em Roma)

FORMOU A RELIGIÃO UNIVERSAL OU CATÓLICA A PARTIR DA SEITA CRISTÃ DOS JUDEUS


Paulo de Tarso apóstolo (10-64 dC), santo da Igreja Católica,representa um dos mais importantes personagens na historia da cultura humana. Seu trabalho de elaboração, ensino e pregação foi básico para a criação e divulgação da doutrina religiosa do Catolicismo. Sua versão do Cristianismo para todos os povos, para os chamados gentios, prevaleceu sobre a seita exclusivamente judaica do apóstolo Pedro, só para os judeus. Tornou-se a religião para toda população humana mais avançada, na Europa romana do ocidente, a civilização ocidental.
A Europa católica é que desenvolveu nos povos o sentimento do bem e do mal, ensinando a generosidade e o cavalheirismo. Foi assim elaborado um sistema articulado com o seu culto, dogma e suas práticas religiosas. Os sacerdotes católicos sistematizaram o ensino da arte e da ciência incentivando a repressão dos sentimentos e o Feudalismo formaram acivilização da Europa ocidental, a mais adiantada na história, que hoje se vê cada vez mais difundida em todos os continentes pela globalização.
Pode-se notar que o Cristianismo de Paulo difere muito da palavra dos judeus cristãos de Jerusalém. Para Paulo, era uma fé universal, para todos, mas, para os cristãos judeus, a nova doutrina de Cristo era posta por judeus somente para judeus, ou seja, era apenas uma seita judaica. Por esse crime Paulo sofreu mesmo a pena de apedrejamento de que se salvou ao fingir-se de morto. Venceu a doutrina para os gentios, isto é, para os não judeus, como uma religião para todo o mundo, a religião universal, religão católica em grego.
Por seu longo e constante esforço, por sua cultura filosófica, por sua extraordinária e bem sucedida realização, merece Paulo de Tarso estar entre os tipos mais importantes da humanidade, em todos os tempos.
A nova religião chegou para tornar as pessoas menos ferozes, mais instruídas, mais educadas. Mas a instalação das novas idéias se fez também, ainda, no início, com ferocidade, com violência e carnificina contra os politeístas que resistiam. Só quando o monoteísmo se tornou maduro, depois de dez séculos, é que a civilização da Idade Média criou a Cavalaria, a atitude cavalheiresca, o culto da mulher amada, o culto humano da Virgem, o culto da humana sagrada família.
Como se reconhece o resultado da ação do Catolicismo sobre a sociedade dos humanos? Isso é feito comparando os pensamentos e os costumes existentes ANTES e esses sintomas DEPOIS da Idade Média.


AMANHÃ: São Cipriano teólogo da nova Igreja.

ESSA FOI A BIOGRAFIA MUITO RESUMIDA.
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A SEGUIR A BIOGRAFIA MUITO RESUMIDA DE S. LUCAS
PARA A VERSÃO MAIS DESENVOLVIDA VER 0521 03 C
 no BLOG DO CALENDARIO


SÃO LUCAS evangelista médico não judeu companheiro de Paulo
Lucas: o apostolado para os gentios e para a glorificação da mãe de Cristo
SÃO LUCAS
Saint Luc, Luke, Saint
(viveu nos primeiros cem anos de nossa era, provavelmente entre os anos 30 e 80 da nossa era)

EVANGELISTA ACOMPANHANTE DE SÃO PAULO EM SUAS MISSÕES

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LUCAS (entre 30 e 80dC)  santo da Igreja Católica, é o autor do terceiro evangelho, tendo acompanhado o Apostolo Paulo em suas viagens. Seus textos são bem escritos, os melhores do Novo Testamento quanto ao aspecto literário. Pouco se sabe de sua biografia. O modo como escreve mostra um gosto literário bem desenvolvido aliado a uma boa formação cultural.
Ele colaborou nas tarefas de Paulo Apóstolo e foi seu companheiro de jornada em várias viagens missionárias. A tradição indica ser ele um Gentio, isto é, um não Judeu e ser médico de profissão.
Lucas é citado pelo nome em três das epistolas que receberam o nome de Paulo e que devem ter sido escritas de Roma. São as epistolas de Filemon, Aos Colossensses IV e a Timoteo IV. Acredita-se que Paulo se refere a Lucas quando, na 2ª aos Corintios diz ter sido ele
     “o irmão escolhido pelos votos das igrejas para viajar conosco”.
Podemos então considerar Lucas ter sido
     “O médico querido”.
Lucas foi o fiel companheiro e colaborador de Paulo.
Pouco se sabe a mais da vida de Lucas, mas consta que suas relíquias foram levadas da Acaia na Grécia para Constantinopla pelo imperador Constantino.
O terceiro evangelho, qualquer que seja seu autor, está de acordo com a doutrina do apostolado para os Gentios de Paulo e com a glorificação da Virgem-Mãe, uma concepção única, que forneceu ao catolicismo o importante culto de veneração da figura materna.
São Paulo e São Lucas estão lado a lado na apoteose da Igreja Católica vista por Dante no paraíso terrestre (Purgatório, XXIX. 1333-141).

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O Calendário atualizado deste ano de 2015 C, ano C de ano Comum, de 365 dias, pode ser visto desde 01 de janeiro. E também de datas anteriores.
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